Terça-feira, Abril 29, 2008

Resgates
Da série ´papos que viram post’

- A terapia tem me ajudado muito a resgatar uns "tesões" esquecidos - carnaval, ir ao Maraca, praia -, umas coisas que o casamento e suas conseqüentes negociações fazem a gente esquecer, reprimir, sublimar. Mas não veja, também não dá pra botar tudo na conta dos outros, muito menos se ozôtro em questão é alguém que a gente ama e família que a gente se esforça pra construir. A gente sabe ser bem relapsa consigo mesma. E os gostares passam por fases mais ou menos intensas. A rigor, é a vida mesmo e seu ritmo às vezes descompassado que nos faz esquecer o que nos faz feliz. Quando a gente lembra é tão bom....

Helê

10:51 AM


O meu guru
Da série "Os melhores leitores do mundo"

Mais ou menos na hora em que eu postava ontem, o Christian enviava pra mim a mesma foto, porém acompanhada de uma de suas inspiradíssimas versões, "O meu guru":

"Olhaí, ai o meu guru, olhaí/ Olhaí/ É o meu guru/ Ele chega/Chega no Maraca/Camisa do Mengo/ Traz também o neto pra comemorar/ Outra vitória do Fla sobre o Bota/ Eu não tenho nem jeito de explicar/ O guru na galera/ Acho que tá rindo/ Acho que tá lindo na torcida Fla/ Bem que ele um dia me disse/ Ele um dia me disse que ia pra lá/ Olhaí/Olhaí/ Olhaí, ai o meu guru, olhaí/Olhaí/ É o meu guru"

Saudações rubronegras!

Christian Obina Morais


Helê

10:49 AM


Resgates
Da série ´papos que viram post’

- A terapia tem me ajudado muito a resgatar uns "tesões" esquecidos - carnaval, ir ao Maracá, praia -, umas coisas que o casamento e suas conseqüentes negociações fazem a gente esquecer, reprimir, sublimar. Mas, veja, também não dá pra botar tudo na conta dos outros, muito menos se ozôtro em questão é alguém que a gente ama e família que a gente se esforça pra construir. A gente sabe ser bem relapsa consigo mesma. E os gostares passam por fases mais ou menos intensas. A rigor, é a vida mesmo e seu ritmo às vezes descompassado que nos faz esquecer o que nos faz feliz. Quando a gente lembra é tão bom....

Helê

10:43 AM



Segunda-feira, Abril 28, 2008

Certas coisas só o Flamengo faz por você

Praia em Ipanema no domingo: 11,20 (metrô, cadeira e água de côco)
Pastel de carne seca e queijo coalho no Bar do Adão com Dedéia: 3,00
Assistir o jogo com galera na casa da Manu: 12,00 (1/2 dúzia de long neck)

Ver o (tricolor) Chico Buarque na torcida do Mengão: não tem preço!!!!


O Globo 28/04/08

Helê

2:37 PM



Sexta-feira, Abril 25, 2008

Dia Mundial da Monix



Vocês sabem, eu levo aniversário muitíssimo a sério: é o dia da Pessoa – do mesmo modo que tem o dia da árvore, do índio ou das mães. E hoje, como se sabe, é o Dia da Monix, nossa mui leal e heróica Mônica, com apelido de herói gaulês, fleuma britânica e coração carioca – amplo, ensolarado e democrático. Como eu não tenho o poder de decretar feriado e cobri-la dos rapapés, dengos e agrados necessários, ajudem-me a fazê-la tão feliz neste dia quanto ela deve ser todos os outros: intensamente.
Para você, Sóciamada, só do bom e do melhor que houver nessa vida.
Ah, e Saúde & Sorte, sempre!
Beijocas todas, love you,

Helê
PS: Não comprou presente ainda? Antes tarde que mais tarde ainda, como ela mesma me ensinou.

12:34 AM



Quinta-feira, Abril 24, 2008

Sally: I'm gonna be forty.
Harry: When?
Sally: Someday.
Harry: In eight years.
Sally: But it's there.


Pois é. Tal e qual Sally, eu vou fazer 40 anos. Um dia. Amanhã serão 38, falta pouco.
Sempre tive a estranha mania de arredondar minha idade pra cima. (Nem tentem entender.) Então já estou me considerando meio quarentona. Sinceramente, não tenho (ainda) os sintomas clássicos da crise da meia-idade. Mas algumas coisas não dá pra ignorar. É fato que a idade pesa. (E o peso, well... também pesa.) Ou melhor, a maturidade chega, meio sorrateiramente, e quando a gente percebe está se questionando sobre uma possível caminhada na rota da caretice, por exemplo. É, amigos, a gente vai encaretando com o tempo? Será?
O fato é que já sou "gente grande" há muito tempo. A adolescência acabou há duas décadas. Saí da faculdade, e não foi ontem, nem anteontem, nem semana passada: põe aí 15 anos nessa conta. O tempo de correr riscos sem pensar no dia de amanhã já acabou; a inconseqüência alegre da juventude não tem mais lugar. Digo isso com muito orgulho, e sem nenhum pingo de nostalgia. É muito bom ter noção das minhas responsabilidades, com os ônus e bônus que isso acarreta. Sim, há bônus: minhas conquistas são meu patrimônio; minha evolução como ser humano é meu benefício por estar aqui, nessa terra, na labuta diária. Foi-se o tempo do impensado. A vida agora é pautada pelas escolhas que já fiz, e pelas que tenho que fazer, todo o tempo. Com a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo.
Mas depois de tudo isso pensado e repensado, nesse período de avaliação anual que precede os aniversários, fiquei com uma dúvida bem conveniente no momento: serão os 50 os novos 40? ;-)
(Porque, como vocês já sabem, não trabalhamos com coerência.)

-Monix-

6:27 PM



Quarta-feira, Abril 23, 2008

São Jorge

Deus me perdoe essa intimidade:
Jorge me guarde no coração
Que a malvadeza desse mundo é grande em extensão
E muita vez tem ar de anjo
E garras de dragão

Medalha de São Jorge, Moacyr Luz e Aldir Blanc

Salve Jorge, Viva Jorge!
Agradecendo a proteção e a força, pedindo que ele guarde, abençoe e ilumine a todos nós.

Helê

8:38 PM



Terça-feira, Abril 22, 2008

O filme do momento: Estômago.
Não percam também o livro de receitas.

-Monix-

Update: Antes ou depois de assistir o filme, vale a pena ler esta crítica.

4:47 PM


Uma amiga viajou com o marido e na volta descobriu o seguinte: prazo de validade de marido 24 horas é o mesmo da unha feita: 8 dias, um reparo lá pelo 10o. dia, voce empurra até o 15o., 16o., depois descasca irremediavelmente.
Vai dizer que não?

-Monix-

9:23 AM



Segunda-feira, Abril 21, 2008

Instituto do Patrimônio Histórico Emocional
ou
A Casa da Vó

Fiquei indignada quando soube que fizeram obras na casa da minha vó. Ainda que ela esteja morta há mais de 10 anos, e que more na casa um de seus filhos, isso não faz a menor diferença. Será sempre a Casa da Vó, com maiúsculas, lugar de afeto e acolhida, que jamais deveria ser modificado. A partir dessa descaracterização de tão importante edificação sentimental, passei a defender a criação do Iphem, o Instituto do Patrimônio Histórico Emocional. Ele tombaria e preservaria locações inesquecíveis na nossa cartografia sentimental, como a escola primária, a pracinha do bairro, o salão de baile dos primeiros amassos e tantos outros, carentes de proteção contra a violenta ação do tempo e do homem.

Varia de acordo com o grau de saudosismo ou apego de cada um o rol de itens a serem analisados pelo Iphem. Mas desconfio que a Casa da Vó apareça com freqüência, porque salvo as indefectíveis exceções, a Casa da Vó costuma simbolizar muitas coisas, transcendendo a própria avó. Durante um bom tempo da vida serve como espaço de socialização e convívio com primos e primas; ali a palavra família começa a ampliar seu alcance – e, conseqüentemente, a palavra “mundo” também. Grande ou não, luxuosa ou simples, Casa da Vó possui muitos caminhos, esconderijos e interesses que se transformam: numa certa fase o mais bacana é a cozinha e seus quitutes, noutras épocas nada nos tira do quintal; tem também o período de exploração das estantes de livros e discos, sótãos ou uma singela caixa de fotografias esquecida num canto do armário.

E como, em geral, as avós não mudam muito (em variados sentidos), a Casa da Vó mantém-se, com uma pintura aqui ou um conserto ali, mas permanece, assistindo, testemunhando e acolhendo o nosso crescimento. Para lá fomos ansiosos por brincadeira e mimo; e depois a contra gosto quando a adolescência nos esperava impaciente na esquina. Lá chegamos com saudades legítimas da matriarca, ou apenas marcando presença no almoço dominical. E a todas essas, a casa lá, velha e firme âncora da nossa trajetória. Em alguns casos, mesmo quando a Vó já não está mais lá, a Casa da Vó permanece, perpetuando ternura e consolando a saudade.

Nunca mais pus os pés na Casa da minha Vó, depois das mudanças. O que não me impede de visitá-la sempre - endereço feliz, eterno e solidamente fincado no mapa da minha memória.

Helê

1:32 AM



Sexta-feira, Abril 18, 2008

Marvin Gaye

Se, como diz certo apresentador mala, "quem sabe faz ao vivo", eu acrescento: quem sabe mesmo faz a capela.
Eu me comovo com o talento dele todas as vezes que assisto esse vídeo.



Bom finde!

Helê

2:07 AM



Quarta-feira, Abril 16, 2008

Depois não digam que eu não avisei

Atenção, Pessoas, que vem chegando o 25 de abril que, como se sabe, é dia de celebração por estas plagas: La Outra cumple años! Isso mesmo, aniversário da Monix - para não deixar dúvidas... Como de costume, receberemos mensagens, comentários, homenagens, abraço e carinhos e beijinhos sem ter fim – sem esquecer dos presentes, que é bom e ela gosta. Este ano descobri até uma listeeenha internacional, que minha sócia é uma mulher pheeena, vocês sabem....


Helê

8:58 PM


Atire a primeira pedra

É sempre bom lembrar que o princípio de presunção de inocência ("todos são inocentes até prova em contrário") vale até o momento em que o juiz dá a sentença. Acho que em todos os lugares do mundo é assim, o que é muito bom, pois protege a todos nós. Se um dia formos acusados injustamente, o ônus da prova é do acusador e não de quem se defende. Desde os tempos da lei de talião, era olho por olho - e nada além disso.
Dito isso, quero propor uma reflexão. Mesmo que os acusados sejam efetivamente culpados - e não estou dizendo que não são, apenas que é preciso aguardar o julgamento - ninguém deveria ser submetido ao linchamento moral que está em curso. Lembremos sempre que a humanidade é composta de cada um dos indivíduos que a compõem. O pai e a madrasta são, assim, de forma indissolúvel, parte de cada um de nós, queiramos ou não.
Isso para não falar nos direitos dos dois outros menores envolvidos na tragédia - os filhos do casal, que perderam irmã, pai e mãe de uma tacada só.

A Justiça não pode ser movida pela raiva. O Estado de Direito existe para nos proteger de nossa própria fúria.

-Monix-

10:34 AM



Segunda-feira, Abril 14, 2008

Nóis sofre mas (depois) nóis se diverte

Há uns anos atrás meu irmão foi vítima do golpe conhecido como ‘Boa noite, Cinderela”. Saiu de casa sozinho, num sábado à noite e não voltou, nem deu sinal. Horas de desespero, procura nos hospitais, delegacias, IML, o horror. Quase 24 horas depois ele reapareceu, sem dinheiro e meio sujo, mas graças a Deus, sem danos maiores. Contou que acordou num terreno em São Cristóvão, e a última coisa que lembra era de estar tomando cerveja com duas mulheres na Feira dos Nordestinos.
O que nos levou imediatamente a corrigir a informação e contar que meu irmão sofreu um “Boa noite, Severina”.

Helê

9:56 PM


O Idelber criou um meme bastante instigante, por baixo de uma pergunta aparentemente simples:

Qual é o produto com o qual você não aceita gastar mais que o estritamente necessário?

Eu acho que a resposta a essa pergunta pode revelar muito sobre a pessoa.
No meu caso, é: DVD player. Depois de ter problemas de diversas ordens, com DVDs caros, baratos, ganhos em sorteio etc e tal, cheguei à conclusão de que trata-se de produto descartável. Minha aquisição mais recente custou o preço de 2 ou 3 jantares modestos em restaurantes idem. Já vem desbloqueado para todas as regiões e funciona direitnho - que seja bom enquanto dure, tal e qual o amor do Poeta.
E olhe lá.

-Monix-

4:16 PM



Domingo, Abril 13, 2008

Voltei, Pessoas

Domingo, último dia de férias, já começo a ouvir a trilha sonora de retorno ao tronco, digo, trampo: “Lerê, lerê, lelelelerêrê...”

***
Não foram uma Brastemp, mas quando eu começava a ficar frustrada repetia o mantra “eu não tô trabalhando. eu não tô trabalhando. eu não tô trabalhando. eu não tô trabalhando. eu não tô...”

***

Dica de cinema: Shine a light, The Rolling Stones pelas lentes de Scorcese. Sen-sa-cio-nal. E eu não sou fã dos caras, só conheço óbvio - nem fui ao show em Copa, para o horror das minhas amigas roqueiras. Mas saí de lá absolutamente seduzida por todos eles. E pensando, entre outras coisas, que:
1) nada como um show em que a música é o mais importante;
2) como é bom envelhecer num mundo em que the biggest band é composta por aqueles velhinhos poderosos!


Helê
PS: Em breve estaremos em novo endereço. Aguardem instruções

2:30 PM



Terça-feira, Abril 08, 2008

É engraçado: posts como esse, que deveriam incentivar a gente a fazer dieta e nos animar a comer menos, geralmente são ilustrados com imagens de comidas apetitosas que não vou listar aqui porque só o nome já dá água na boca.
Pois, visando a estimular o apetite de todos nós com imagens suculentas de comidas pouco ortodoxas, resolvi preparar um post ilustrado com algumas delícias saudáveis, naturais e pouco calóricas. E viva a nutrição saudável!



Vai um suquinho de cenoura?





Uma salada bem apresentada me enche de água na boca



Espinafre também pode ser comido cru, é crocante e saboroso



Tomates recheados, ai que delícia



Uma combinação exótica, como camarões e abacate, pode me fazer ganhar o dia



Tomatinhos cereja, um petisco inigualável



Berinjela, deliciosa de qualquer jeito





Cogumelos: se deixar, como todos os dias

Ficou com água na boca? Faça você mesmo.

-Monix-

11:08 AM



Segunda-feira, Abril 07, 2008

Transei no primeiro encontro, mas quero mostrar que não sou assim com todos
(Podcast do site da Nova)

Sexo depois dos 30 - você vai para a cama no primeiro encontro?
(capa do site da Cláudia - a originalidade não é o forte desse povo)

O Mapa do Amor - um guia astrológico para você se realizar afetivamente
(capa da Uma)

Beleza em foco: os últimos lançamentos de maquiagem e perfumes quentes para o inverno
(capa da Marie Claire)


Sou só eu ou mais alguém tem a sensação, quando lê as nossas fabulosas revistas femininas, que ainda estamos nos anos 1950? Muda a roupagem, o assunto, surgem novos recursos tecnológicos, mas no fundo somos tratadas como mulherzinhas leitoras do Correio Feminino. Ao ler apenas as capas dessas revistas, dá pra pensar que a vida das mulheres ainda orbita em torno da realização afetiva. (E pior é que deve orbitar mesmo.) No fundo, tudo parece se resumir a três questões: como agradar os homens, como agarrar/manter um homem, como viver sem um homem?

Aliás, a própria existência de revistas femininas já é um sintoma disso, ou eu é que sou uma pseudo-feminista chata demais?

-Monix-

5:39 PM



Sexta-feira, Abril 04, 2008

Espero sinceramente que a exibição de uma entrevista com uma criança de 5 anos, ontem no Jornal Nacional, a título de ouvir um amiguinho da menina que morreu em São Paulo, seja o fundo do poço. Não, por favor, senhores editores: não pode haver ponto mais baixo que isso.

-Monix-

6:11 PM



Quinta-feira, Abril 03, 2008

Ter consciência de que estarmos onde estamos é resultado de nossas escolhas, mesmo quando nos arrependemos delas, é a chave para uma liberdade interior que, no meu dicionário particular, chama-se felicidade.
Eu me considero uma pessoa feliz.

-Monix-

(comentário escrito para o Alex)

12:25 PM


O Alexandre Maron divulgou os 10 primeiros colocados no ranking das 100 Melhores Séries de Todos os Tempos, publicada na Revista da NET (toc, toc, toc) deste mês. Contei pra Ele, que fez uma lista própria, mas quando se trata do signo de Libra, tudo sempre pode mudar, antes de ficar definitivo. Inspirada por tudo isso, elaborei minha lista. Fechada, até segunda ordem, em ordem de preferência.

10 Melhores Séries de Todos os Tempos

1- Seinfeld
2- Friends
3- Mad About You
4- Mary Tyler Moore
5- Roma
6- The West Wing
7- A Feiticeira
8- Os Normais
9- Os Simpsons
10 - Desperate Hoousewives

E as suas, quais são?

-Monix-

9:50 AM



Terça-feira, Abril 01, 2008

Frida Helê em Sampa

Na verdade, o Clã Costa-Carvalho completo estará em São Paulo a partir de amanhã e até a próxima segunda, dia 7. Quem quiser/puder/estiver a fim de (re)encontrar, mande um e-mail pra gente combinar, ok?

Helê, a que vai pra Salvador trabalhar e pra São Paulo se divertir

12:24 PM




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