Segunda-feira, Dezembro 31, 2007

Mais ou menos retrospectiva

Terapia & academia. Mengão & Maraca. Capoeira. Carnaval. House. Harry Potter.
O clima da cidade durante o Pan. Praia. Show do Lenine e da Beth Carvalho, no Circo Voador.
Amy Winehouse. Achei que Meu Pai Fosse Deus - E Outras Histórias Verdadeiras da Vida Americana, do Paul Auster. Little Miss Sunshine.
O melhor: amigos - antigos, familiares, digitais, virtuais, do trabalho, recentes, da Panela, da Egrégora, amigans.
Porque, parafraseando Coríntios (ô pretensão!), ainda que eu falasse a língua dos anjos, e falasse a língua dos homens, sem amigos eu nada seria (e não é que, pensando bem, amigo é só outra maneira de escrever amor?).

Um bestófi descomprometido dos meus posts:

Quando envelhecer é um privilégio
Memória: como funciona?
Legião Ost
Feitiço de Áquila
Como seria, se fosse?
Diz-me com quem andas
Calos

Helê

9:31 AM


De passagem

Essa foi dita ali, no quartinho dos comentários, mas merece vir aqui para sala de estar:

Como bem disse um amigo meu aqui:
PEDE PRA SAIR, 2007!!!


Sensacional, Naty. Que 2008 seja melhor, muito melhor, pra nós tuda.

*
Cara, vi numa loja on line o cd “Natal todo dia – Roupa nova”. É presente pra inimigo, nénão?

*
Ano novo, casa nova. Aguardem-nos.

Helê

9:07 AM



Quarta-feira, Dezembro 26, 2007

Dica

Quando um carioca te convidar para uma festinha em sua casa e disser que o horário marcado é "umas oito e meia, nove horas", saiba que o primeiro horário é o que ele acha que seria aceitável para iniciar o evento; no entanto, o segundo é aquele ao qual você deve adicionar meia hora para não chegar justo na hora que o anfitrião estiver debaixo do chuveiro.

-Monix-

10:28 AM



Sábado, Dezembro 22, 2007



Já é Natal? Quase, né? Ainda tenho umas últimas comprinhas a fazer (sempre falta uma coisa ou outra de última hora), o espírito natalino ainda não baixou em mim, segunda-feira tenho que cumprir tabela no trabalho (até a uma da tarde), mas agora é a contagem regressiva.
Tive Natais deliciosos na infância. É uma memória que sempre vou carregar comigo. De um lado, uma família cheia de primos da mesma idade. Ensaiávamos autos de Natal para apresentar para os pais, tios e avós, comíamos uma ceia meio sem gosto (minha avó paterna não era uma pessoa culinária), íamos à Missa do Galo à meia-noite (tempos mais seguros, aqueles), ganhávamos poucos presentes, porque o importante era estar juntos e celebrar o sentido religioso da data, numa família rigorosamente católica.
No dia 25, Papai Noel passava lá em casa, deixando sempre muitos presentes, alguns deles feitos pela minha mãe, o que na época não me incomodava. É lindo perceber como é feita a crença das crianças: elas (que nós já fomos, um dia) acreditam no que querem, com o coração e não com o raciocínio.
Depois, a maratona continuava, na casa da minha avó materna, onde rezávamos o Pai Nosso em um círculo, com a família toda de mãos dadas, e o mais novo dos primos depositava o menino Jesus na majedoura do presépio, já preparado e esperando apenas o grande homenageado do dia. Lá, a comida era farta e deliciosa. Os presentes, também muitos. E a tarde se encerrava com minha tia-avó, que mora num apartamento imenso em Copacabana, onde recebíamos a bênção de minha bisavó e encontrávamos primos distantes, parentes de diversos graus, todos reunidos em torno da matriarca da família.
Só me dei conta de que era de fato adulta quando Natal passou a ser sinônimo de estresse, correria, listas intermináveis de presentes impossíveis de comprar a tempo, indefectíveis amigos-ocultos, incompatibilidade de agendas natalinas - pais separados, avós, sogros... Deixei de ir à casa da tia-avó, a bisavó já morrera e o evento não caberia no meu cronograma de 48 horas de festejos obrigatórios.
Foi quando meu filho nasceu que o Natal voltou a ter encantos que estavam quase esquecidos. A cada ano que passa ele se encanta mais com os preparativos, os enfeites da casa, o calendário do advento (uma das tradições familiares que consegui recuperar), a cartinha para o Papai Noel... Daqui a alguns anos, que passarão mais rápido do que devem, ele não acreditará mais no bom velhinho e o Natal novamente será uma época de estresses vários, mercantilismo, obrigações sociais inescapáveis.
Mas enquanto eu tiver o privilégio de ver a festa através do olhar de uma criança - minha criança interior renascida nos olhos do meu filho - pretendo aproveitar cada momento.

Feliz Natal para vocês também.

-Monix-

1:31 PM



Quarta-feira, Dezembro 19, 2007

Resumindo

Eu sou uma pessoa otimista, assim, em linhas gerais. Adepta do sábio adágio milenar que ensina: “Nasci pelada, careca e sem dente – o que vier depois é lucro”.
Então eu não consigo maldizer este ano, que afinal foi um ano inteiro de vida, ó que coisa preciosa.
Direi apenas que de 2007 eu não terei saudades.

Helê

2:51 PM



Sexta-feira, Dezembro 14, 2007

Momento de intolerância 2 ou
Essa TPM que não passa


Detesto gente que se reúne em torno de algo e despreza todo e qualquer ser humano que não compartilha daquela opinião. Formam uma espécie de irmandade, confraria, um clubinho que além de se empenhar em venerar certo objeto de desejo, parece obter especial prazer em desmerecer o diferente: “Mas COMO você não gosta de comida japonesa ?!?!?!?!?!?!” Não gostando, oras. “Você NUNCA viu Lost?!?!?!?!”. Por que, tem multa?
Igualmente irritante é a turma do “não vi e não gostei” ou “não gostei porque todo mundo viu”. Pede pra sair.

Helê

9:40 AM



Quarta-feira, Dezembro 12, 2007

O Supercarioca chegou
Com seus emblemas culturais
Com samba praia bola e tantas coisas mais
O Supercarioca chegou
Esquecendo a vida entre copos de cerveja
Quando se chutam latas sempre se faz
Mais que um gol!
Picassos Falsos


Quem lê este blog sabe do tanto que eu me ufano do Rio de Janeiro. A cidade é linda, isso não se discute. E tem o charme incomparável de ser habitada por cariocas, de nascença ou por merecimento, pois é claro que ser carioca não é para qualquer um - sendo que, no fim das contas, é para qualquer um.

Só que nos últimos tempos a informalidade e a descontração carioquíssimas por natureza estão se transmutando em seu oposto energético, que se traduz, como diz um amigo, em bundalelê puro e simples. Me sinto vivendo num território sem lei. O jeito meio irreverente de quem vive aqui virou desprezo pelas mínimas regras de civilidade. As pessoas não atravessam a rua (faixa de pedestres? O que é isso?), elas se jogam no meio dos carros, e salve-se quem puder. A seta é um item que só serve para fazer os carros serem reprovados na vistoria do Detran, quando não funciona - isto é, quando o motorista em questão se dá ao trabalho de levar o carro para fazer a vistoria, o que nem sempre acontece. As calçadas são terra de ninguém: o camelô monta sua barraquinha, o lojista bota seu tapume e faz a obra (por tempo indeterminado), sem se dar conta de que está impedindo a passagem, os motoristas largam os carros, muitas vezes bloqueando as rampas dos deficientes físicos. Todo mundo buzina indiscriminadamente, de dia ou à noite, na frente de maternidades, hospitais. Os pais de alunos fazem fila dupla ou tripla para buscar seus pimpolhos na escola e dão aula de des-cidadania. É tanto caos que às vezes eu me pergunto como é que ainda não entramos em colapso. Ou vai ver o colapso já aconteceu e a gente simplesmente não percebeu, dada a enorme capacidade de adaptação do ser humano.

A gente ama apesar dos defeitos e não por causa das qualidades. Não deixaria de amar um homem por ele ser difícil, assim como não amo menos minha cidade por ela ser caótica.
Mas às vezes confesso que cansa um pouco.

Chamem o Supercarioca, por favor.

-Monix-

3:33 PM


“Fica comigo?” significa muito mais do que um beijo ou uma transa. “Eu sou esse torrencial incontido que transborda para todos os lados, se esvai, deságua para um lado, escorre para outro. Eu quero repousar em algum lugar para finalmente me juntar inteira e sentir meu tamanho. Você pode ser esse lugar? Fica comigo?”. (Gustavo Gitti)

Uma aula sobre as mulheres, por um homem, para homens.

-Monix-

11:07 AM


Chega de passsar / a mão na cabeça de quem te sacaneia

-Monix-

9:29 AM



Terça-feira, Dezembro 11, 2007

House MD

Se você é fã dele, como eu, vai se divertir com esse vídeo.



Helê

10:48 PM


Uma loja anti-capitalismo onde os produtos não são vendidos. Genial.

4:12 PM



Segunda-feira, Dezembro 10, 2007

5 anos

Eu não gosto de rosa.
Implico com laços.
Não uso babados.
Eu não tenho jeito com crianças.
Convivi pouco com pequenos.
Não planejei ter filhos.
Por isso quando eu olho pra ela não consigo deixar de agradecer, muito e sinceramente.
Porque você, Ju, é mais do que sei, é mais que pensei, é mais que eu sonhava, beibe.

Helê

3:05 PM


Masterchorus

Ingresso para o gramado: R$ 190,00
1 picolé de fruta: R$ 4,00
Every breath you take sussurada no meu ouvido: não tem preço

-Monix-

2:30 PM



Quarta-feira, Dezembro 05, 2007

Mais uma do Milton Ribeiro, dessa vez um conto bem bacana, que me fez pensar no seguinte: realmente, essa brincadeirinha de "what if" perde toda a graça quando a gente tem filho(s). Eu sempre achei divertido imaginar como teria sido minha vida se em vez de tomar uma decisão - por insignificante que pareça - lá atrás, tivesse ido por outro caminho... Mas hoje fica difícil brincar assim, porque qualquer uma dessas decisões diferentes provavelmente teria levado a uma cadeia de fatos que não incluiria o nascimento do meu filho. E aí perde completamente a graça.
Ser mãe muda tudo mesmo.

-Monix-

4:08 PM



Terça-feira, Dezembro 04, 2007

Um papo que virou post

- Eu concordo com a Dedéia, acho que esse papo é como um mantra do mal, como "eu detesto academia". Tem certeza? Detesta por que, já experimentou que tipos, que atividades já vez? "Eu não tenho habilidade manual" - não mesmo? O que você chama de habilidade manual, quais já tentou? Será que não está se baseando num padrão irreal, como começar hoje fazendo bolsas da Reina Madre? Eu digo isso de cadeira, porque eu sempre disse que era uma zebra pra trabalhos manuais. E sou mesmo, para muitos deles, como embrulhar presentes, por exemplo. Mas faço ponto em cruz com um avesso perfeito e meus fuxicos são bem apresentáveis. E pra descobrir só me bastou tentar. A gente tem que se desafiar, desafiar essas frases feitas, sobretudo se há um desejo. Porque se não houver tudo bem, a gente também não precisa lutar todas as batalhas, não é mesmo?

Helê

10:56 PM


Efeito colateral

A continuar essa mania da imprensa carioca (leia-se O Globo, o último reduto de informação da classe média pseudo-intelectual desta mui leal e heróica e resistente capital cultural do país) de noticiar com destaque e indignação todo e qualquer crime ocorrido na zona sul da cidade, ignorando ou registrando secamente tudo que se passa "do Rebouças pra lá", acaba que daqui a pouco vamos começar a acreditar que Botafogo e Leblon são os bairros mais perigosos da cidade. They didnt see that coming, did they?

-Monix-

11:33 AM



Segunda-feira, Dezembro 03, 2007

Sobre Harry Potter

Atenção: este texto contém spoilers - informações importantes sobre o último livro. Caso não queira saber, pare agora ou cale-se para sempre


"Não há nada só bom
Não, ninguém é só mal
Se o início e o final de nós todos
É um só"

Lulu Santos

Eu poderia falar da fantástica mágica realizada pela J.K. Rowling fazendo legiões de crianças e adultos no mundo inteiro acompanharem uma história que se estendeu por 10 anos e sete livros. Ou de sua assombrosa capacidade de colocar o leitor dentro da cena, de modo que todos os filmes subseqüentes, bons ou ruins, ficaram sempre aquém das imagens que ela foi capaz de provocar em nossas mentes. Há ainda a relação especial construída entre leitores e personagens desse folhetim-entre-séculos, sendo que muitos leitores acompanharam e amadureceram junto com os personagens, num paralelo ficção/realidade muito interessante. Eu poderia falar disso tudo e muito mais por muito tempo, mas apenas pra iniciar a conversa com quem quiser papear sobre o assunto, seguem três pontos de destaque neste último livro da série:

- Família é (quase) tudo: a origem familiar dos personagens parece, em certos momentos da saga, determinar o caráter e/ou o destino dos personagens. Mas, no final das contas, nem tanto. Pois Harry e Você-Sabe-Quem têm origem semelhante: ambos são órfãos criados sem amor, e transformam-se na antítese um do outro. A família perfeita, aquela da qual queremos fazer parte - ou pelo menos ser amigos -, os Weasley, tem também um desertor, Percy (ainda que ele se arrependa e reúna-se aos seus perto do fim). A relação entre irmãos, aliás - de amor, inveja, ciúme, disputa - justifica muita coisa na história. Basta lembrar de Petúnia e Lílian, ou Dumbledore e os irmãos. A família tem, de fato, um papel fundamental - mas não é uma sentença. O amor é o que realmente faz a diferença, e os amigos, a família escolhida, são igualmente valiosos. O que nos leva ao segundo ponto:

- Nada se consegue sozinho: Harry é um herói bastante humano no que tem de indeciso, inseguro, na luta contra a condição de herói que não escolheu. Herói que perde tanto ou mais do que ganha; se consegue triunfar no final paga, para isso, um preço alto. Ele também é corajoso como um verdadeiro herói, disposto a dar a vida para salvar a de outros. No entanto, não chegaria aonde chegou sem muitas e variadas ajudas, desde o Sábio dos sábios, o velho Dumb, até elfos domésticos e gnomos, passando por figuras de inteligência e bravura medianas como Neville e mesmo Rony. Desde o núcleo de amizade formado com Hermione e Rony até a Armada Dumbledore e a Ordem da Fênix, passando por colaborações avulsas e inesperadas (Aberforth, por exemplo) Harry Potter conta com o auxilio luxuoso de muitos para salvar a todos.

- De perto ninguém é tão mau. Esse pra mim é a grande bandeira defendida pela J.K. Rowling, a máxima potteriana por excelência, especialmente no último livro. Os podres de Dumbledore - compreensíveis, mas podres, anyway - os vacilos de Harry diante das maledicências sobre o diretor; a capacidade de transformação de alguém como Monstro, tomado de rancor; a capitulação de Lovegood em função da filha; o vacilo de Pettigrew que lhe custa a vida; a devoção dos Malfoy pelo filho e a traição de Narcisa em função desse amor; todas situações que mostram as pessoas com muitos tons e nuances, sem a monotonia bicolor limitada do bem e do mal. Nossa condição humana estabelece-se exatamente pela nossa capacidade de sermos muitos e plenos nessa multiplicidade – e, portanto, somos todos heróis, bruxos, sábios, trouxas, mães, alunos, elfos, fantasmas, gigantes, comensais. Se de perto ninguém é normal, como sacou Caetano, de perto ninguém é tão mau, nem tão bom. O personagem que melhor representa isso, e talvez por isso seja o mais fascinante pra mim é Severo Snape, ambíguo do início ao fim, até a raiz dos seus cabelos sebosos. Aquele viveu e morreu na fronteira entre o bem e o mal, e só pôde ser salvo pelo amor - platônico, impossível, não-correspondido, mas amor ainda assim, capaz de salvá-lo da perdição completa. Amor que era incompreensível para Voldemort, e que por isso deixou-lhe um flanco aberto.

O que me leva à síntese de tudo isso, cantada por outros meninos tempos atrás: "All you need is love - love is all you need".

Ah, esses ingleses...

Helê

2:20 PM


Adoro essas coisinhas que vejo na Marina:

Personalidade: Severo Snape
Casal de celebridades predileto: Brangelina
O charme: fundamental
O chato: é uma chata, na verdade. Com quem tenho que conviver diariamente.
Espero nunca ser... má
Gostaria de ser: eternamente bela
Melhor cena do cinema: aquela que emociona a ponto de me fazer esquecer que estou assistindo um filme
Melhor última cena: "Eu sei", em "Antes do Pôr do Sol".
Samba ou rock? Cada um no seu tempo
Com quem gostaria de dançar: com ele
Roupa predileta: decotada
Santo predileto: Nossa Senhora
Lugar mais bonito que já visitou? Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro
Como vc se definiria: quando eu descobrir, missão cumprida.
O que está lendo: Vinícius de Moraes (e também Ellen Degeneres, vai saber.)
Um filme: Crimes de Autor, do Lelouch. Não percam.
Uma música: Gente é pra brilhar, não pra morrer de fome
Com quem você tomaria um chope? Billy Wilder
O que você nunca faria? piercing
O que você gostaria de ter: um carro novo
O que pediria a um gênio? férias

10:50 AM



Domingo, Dezembro 02, 2007

Brasileirão 2007

Eu não digo que a torcida rubro-negro é bem humorada? Olha só o que eu recebi:

Já tirou o seu?



***
Agora vocês sabem porque perdemos o último jogo, né? Porque de outro modo corríamos o risco de terminar o campeonato em segundo lugar. E vice é coisa pra vascaíno, vocês sabem.

Helê, a que torceu pela derrota pra não perder a piada

11:54 PM




Mothern

A Vida Escrita à Mão
Baby in Manhattan
Biscoito Fino
Bia Badaud
Bloggete
Capitão Rodrigo
Cria Minha
Dois Rios
Drops da Fal
Fazendo Gênero
Heranças
Intimidade - Parte II
Isabella Lindinha
Kaleidoscópio
Life is Life
Livro Razão
Mãe de Gêmeas
Mais Canela
Modular
Mundo da Helô
Na Cozinha da Tati
Na Mesa
Nossa Casa
Otaviano Neto
Parênteses
Reminiscências
Santo Mário
Sealvia
Scarlet Letters
Superciliaris
Torpor
Trapos Coloridos
Tudo pode Acontecer
Tutti Funghi Venenosi
Uh! Baby

Site Meter -->

Tell me when this blog is updated

what is this?

web design

This page is powered by Blogger, the easy way to update your web site.

Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com