Quarta-feira, Maio 07, 2008

Mudamos – e deixamos o endereço!

http://duasfridas.wordpress.com


Mudar, em suma, me incomoda, não tanto pelo medo do novo (que eu decerto sinto) mas também porque detesto deixar para trás as coisas que me são caras e sei não poderei recuperar; a cada vez que abro uma porta da esperança, o faço sabendo que inúmeras outras serão fechadas (e, afinal, eu posso estar trocando um jogo estofado da Tamakavy por um reles Brasilino).

Filthy McNasty


Todos nós que estamos entre os inta e os enta e assistimos ao Silvio Santos na infância – mesmo que de soslaio, na casa da tia – temos esse trauma do siiiiiiim/nããããããããão de que fala o Tio Fil. Porque no fundo, no fundo, mesmo de olhos e ouvidos abertos, a gente sempre está perdendo alguma coisa quando muda, essa é a verdade. E muitas vezes a perda só aparece depois que a mudança não pode ser desfeita.

Cientes disso, e apesar disso, nós resolvemos mudar. Primeiro de roupa, digamos assim. Então deu-se o efeito Jaque: já que vai mudar o templeite, mudemos também de endereço.

A mudança de templeite não carece de maiores explicações. Amamos nossa primeira cara, que a Giu preparou com tanto carinho. Foi com ela que armamos nossa barraca na feira da blogosfera. Mas chega uma hora que a gente cansa e mudar torna-se imperativo. Para isso, convocamos a talentosíssima Sil Falqueto, que reinventou as Duas Fridas nas belas ilustrações feitas especialmente para o blogue, misturando elementos do Rio de Janeiro e da Cidade do México numa composição extremamente criativa. As ilustras da Sil viraram templeite graças ao esforço do Carlos Valério, que não tem nada a ver com aquele esquema-do-mal que vocês estão pensando (aquele é o Marcos). O esquema dele é a amizade pura e simples.

Já a mudança de endereço dá-se basicamente por razões técnicas: o serviço gratuito do blogger nós dá pão e água e olhe lá, e não dá nem pra reclamar, porque se confunde gratuidade com favor – não tá pagando e ainda quer reclamar?! Além disso, os blogues com final blogger.br não são indexados pelos leitores de RSS – se você não sabe o que é, deixa pra lá; mas se você aí usa, sabe que é uma mão na roda, e isso nos exclui da ronda diária de leituras de pessoas que já aderiram a essa ferramenta.

Então aceitamos o risco e estamos dizendo “siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim”. Nossa casa virtual agora fica no wordpress. Porque, como em toda mudança, esperamos o melhor do novo que vem à nossa frente: serviço eficiente, design bacana e, o mais importante, manter vocês, nossos leitores. Essa é a única mudança que não estamos dispostas a aceitar: perder um leitor que seja, fiel ou avulso, anônimo ou habituê. Nós só vamos mudar porque acreditamos que vocês se mudarão conosco, senão não vale a pena. Então é isso. Soltamos o trapézio e estamos no ar, esperamos as mãos de vocês no outro lado.



http://duasfridas.wordpress.com



As Duas Fridas

10:33 AM



Segunda-feira, Maio 05, 2008

Pílula de sabedoria, de Vera Guimarães

aliás, antigamente se falava que, na hora do homem escolher a noiva, que olhasse a sogra, que provavelmente a mulher um dia seria igual a ela.
hojindia, recomenda-se que se analisem as exs do homem-kit: se são dependentes, se tocam a vida numa boa, se já estão com outro, né messss?


Só a definição de homem-kit (aquele que vem com ex-mulher e filhos) já é sensacional - e vale para ambos os sexos, é claro -, mas esse novo critério de escolha é, digamos, fundamental para as relações do século vinteum.

-Monix-

3:45 PM


Flamengo BIcampeão estadual 2008

Eu teria um desgosto profundo.
se faltasse o Flamengo no mundo



Deus perdoa. Obina não



OBINA NELES!


Helê Pinto no Lixo

PS: Idelber, meu querido, vai fazer previsão bem assim aí em Nova Orleans, hahahahaha!

11:52 AM



Domingo, Maio 04, 2008

Não entendo o (suposto) conflito entre ciência e religião. Uma coisa é descrever como alguma coisa funciona. Outra, bem diferente, é entender por que ela existe. São temas complementares, no meu modo de ver as coisas.

-Monix-

10:53 PM



Quinta-feira, Maio 01, 2008

A Vaguidão Específica

"As mulheres têm uma maneira de falar que eu chamo de vago-específica."
Richard Gehman


- Maria, ponha isso lá fora em qualquer parte.
- Junto com as outras?
- Não ponha junto com as outras, não. Senão pode vir alguém e querer fazer coisa com elas. Ponha no lugar do outro dia.
- Sim senhora. Olha, o homem está aí.
- Aquele de quando choveu?
- Não, o que a senhora foi lá e falou com ele no domingo.
- Que é que você disse a ele?
- Eu disse pra ele continuar.
- Ele já começou?
- Acho que já. Eu disse que podia principiar por onde quisesse.
- É bom?
- Mais ou menos. O outro parece mais capaz.
- Você trouxe tudo pra cima?
- Não senhora, só trouxe as coisas. O resto não trouxe porque a senhora recomendou para deixar até a véspera.
- Mas traga, traga. Na ocasião nós descemos tudo de novo. É melhor, senão atravanca a entrada e ele reclama como na outra noite.
- Está bem, vou ver como.

Millôr Fernandes, O Pif-Paf / O Cruzeiro, 1956

4:28 PM



Terça-feira, Abril 29, 2008

Resgates
Da série ´papos que viram post’

- A terapia tem me ajudado muito a resgatar uns "tesões" esquecidos - carnaval, ir ao Maraca, praia -, umas coisas que o casamento e suas conseqüentes negociações fazem a gente esquecer, reprimir, sublimar. Mas não veja, também não dá pra botar tudo na conta dos outros, muito menos se ozôtro em questão é alguém que a gente ama e família que a gente se esforça pra construir. A gente sabe ser bem relapsa consigo mesma. E os gostares passam por fases mais ou menos intensas. A rigor, é a vida mesmo e seu ritmo às vezes descompassado que nos faz esquecer o que nos faz feliz. Quando a gente lembra é tão bom....

Helê

10:51 AM


O meu guru
Da série "Os melhores leitores do mundo"

Mais ou menos na hora em que eu postava ontem, o Christian enviava pra mim a mesma foto, porém acompanhada de uma de suas inspiradíssimas versões, "O meu guru":

"Olhaí, ai o meu guru, olhaí/ Olhaí/ É o meu guru/ Ele chega/Chega no Maraca/Camisa do Mengo/ Traz também o neto pra comemorar/ Outra vitória do Fla sobre o Bota/ Eu não tenho nem jeito de explicar/ O guru na galera/ Acho que tá rindo/ Acho que tá lindo na torcida Fla/ Bem que ele um dia me disse/ Ele um dia me disse que ia pra lá/ Olhaí/Olhaí/ Olhaí, ai o meu guru, olhaí/Olhaí/ É o meu guru"

Saudações rubronegras!

Christian Obina Morais


Helê

10:49 AM



Segunda-feira, Abril 28, 2008

Certas coisas só o Flamengo faz por você

Praia em Ipanema no domingo: 11,20 (metrô, cadeira e água de côco)
Pastel de carne seca e queijo coalho no Bar do Adão com Dedéia: 3,00
Assistir o jogo com galera na casa da Manu: 12,00 (1/2 dúzia de long neck)

Ver o (tricolor) Chico Buarque na torcida do Mengão: não tem preço!!!!


O Globo 28/04/08

Helê

2:37 PM



Sexta-feira, Abril 25, 2008

Dia Mundial da Monix



Vocês sabem, eu levo aniversário muitíssimo a sério: é o dia da Pessoa – do mesmo modo que tem o dia da árvore, do índio ou das mães. E hoje, como se sabe, é o Dia da Monix, nossa mui leal e heróica Mônica, com apelido de herói gaulês, fleuma britânica e coração carioca – amplo, ensolarado e democrático. Como eu não tenho o poder de decretar feriado e cobri-la dos rapapés, dengos e agrados necessários, ajudem-me a fazê-la tão feliz neste dia quanto ela deve ser todos os outros: intensamente.
Para você, Sóciamada, só do bom e do melhor que houver nessa vida.
Ah, e Saúde & Sorte, sempre!
Beijocas todas, love you,

Helê
PS: Não comprou presente ainda? Antes tarde que mais tarde ainda, como ela mesma me ensinou.

12:34 AM



Quinta-feira, Abril 24, 2008

Sally: I'm gonna be forty.
Harry: When?
Sally: Someday.
Harry: In eight years.
Sally: But it's there.


Pois é. Tal e qual Sally, eu vou fazer 40 anos. Um dia. Amanhã serão 38, falta pouco.
Sempre tive a estranha mania de arredondar minha idade pra cima. (Nem tentem entender.) Então já estou me considerando meio quarentona. Sinceramente, não tenho (ainda) os sintomas clássicos da crise da meia-idade. Mas algumas coisas não dá pra ignorar. É fato que a idade pesa. (E o peso, well... também pesa.) Ou melhor, a maturidade chega, meio sorrateiramente, e quando a gente percebe está se questionando sobre uma possível caminhada na rota da caretice, por exemplo. É, amigos, a gente vai encaretando com o tempo? Será?
O fato é que já sou "gente grande" há muito tempo. A adolescência acabou há duas décadas. Saí da faculdade, e não foi ontem, nem anteontem, nem semana passada: põe aí 15 anos nessa conta. O tempo de correr riscos sem pensar no dia de amanhã já acabou; a inconseqüência alegre da juventude não tem mais lugar. Digo isso com muito orgulho, e sem nenhum pingo de nostalgia. É muito bom ter noção das minhas responsabilidades, com os ônus e bônus que isso acarreta. Sim, há bônus: minhas conquistas são meu patrimônio; minha evolução como ser humano é meu benefício por estar aqui, nessa terra, na labuta diária. Foi-se o tempo do impensado. A vida agora é pautada pelas escolhas que já fiz, e pelas que tenho que fazer, todo o tempo. Com a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo.
Mas depois de tudo isso pensado e repensado, nesse período de avaliação anual que precede os aniversários, fiquei com uma dúvida bem conveniente no momento: serão os 50 os novos 40? ;-)
(Porque, como vocês já sabem, não trabalhamos com coerência.)

-Monix-

6:27 PM



Quarta-feira, Abril 23, 2008

São Jorge

Deus me perdoe essa intimidade:
Jorge me guarde no coração
Que a malvadeza desse mundo é grande em extensão
E muita vez tem ar de anjo
E garras de dragão

Medalha de São Jorge, Moacyr Luz e Aldir Blanc

Salve Jorge, Viva Jorge!
Agradecendo a proteção e a força, pedindo que ele guarde, abençoe e ilumine a todos nós.

Helê

8:38 PM



Terça-feira, Abril 22, 2008

O filme do momento: Estômago.
Não percam também o livro de receitas.

-Monix-

Update: Antes ou depois de assistir o filme, vale a pena ler esta crítica.

4:47 PM


Uma amiga viajou com o marido e na volta descobriu o seguinte: prazo de validade de marido 24 horas é o mesmo da unha feita: 8 dias, um reparo lá pelo 10o. dia, voce empurra até o 15o., 16o., depois descasca irremediavelmente.
Vai dizer que não?

-Monix-

9:23 AM



Segunda-feira, Abril 21, 2008

Instituto do Patrimônio Histórico Emocional
ou
A Casa da Vó

Fiquei indignada quando soube que fizeram obras na casa da minha vó. Ainda que ela esteja morta há mais de 10 anos, e que more na casa um de seus filhos, isso não faz a menor diferença. Será sempre a Casa da Vó, com maiúsculas, lugar de afeto e acolhida, que jamais deveria ser modificado. A partir dessa descaracterização de tão importante edificação sentimental, passei a defender a criação do Iphem, o Instituto do Patrimônio Histórico Emocional. Ele tombaria e preservaria locações inesquecíveis na nossa cartografia sentimental, como a escola primária, a pracinha do bairro, o salão de baile dos primeiros amassos e tantos outros, carentes de proteção contra a violenta ação do tempo e do homem.

Varia de acordo com o grau de saudosismo ou apego de cada um o rol de itens a serem analisados pelo Iphem. Mas desconfio que a Casa da Vó apareça com freqüência, porque salvo as indefectíveis exceções, a Casa da Vó costuma simbolizar muitas coisas, transcendendo a própria avó. Durante um bom tempo da vida serve como espaço de socialização e convívio com primos e primas; ali a palavra família começa a ampliar seu alcance – e, conseqüentemente, a palavra “mundo” também. Grande ou não, luxuosa ou simples, Casa da Vó possui muitos caminhos, esconderijos e interesses que se transformam: numa certa fase o mais bacana é a cozinha e seus quitutes, noutras épocas nada nos tira do quintal; tem também o período de exploração das estantes de livros e discos, sótãos ou uma singela caixa de fotografias esquecida num canto do armário.

E como, em geral, as avós não mudam muito (em variados sentidos), a Casa da Vó mantém-se, com uma pintura aqui ou um conserto ali, mas permanece, assistindo, testemunhando e acolhendo o nosso crescimento. Para lá fomos ansiosos por brincadeira e mimo; e depois a contra gosto quando a adolescência nos esperava impaciente na esquina. Lá chegamos com saudades legítimas da matriarca, ou apenas marcando presença no almoço dominical. E a todas essas, a casa lá, velha e firme âncora da nossa trajetória. Em alguns casos, mesmo quando a Vó já não está mais lá, a Casa da Vó permanece, perpetuando ternura e consolando a saudade.

Nunca mais pus os pés na Casa da minha Vó, depois das mudanças. O que não me impede de visitá-la sempre - endereço feliz, eterno e solidamente fincado no mapa da minha memória.

Helê

1:32 AM



Sexta-feira, Abril 18, 2008

Marvin Gaye

Se, como diz certo apresentador mala, "quem sabe faz ao vivo", eu acrescento: quem sabe mesmo faz a capela.
Eu me comovo com o talento dele todas as vezes que assisto esse vídeo.



Bom finde!

Helê

2:07 AM



Quarta-feira, Abril 16, 2008

Depois não digam que eu não avisei

Atenção, Pessoas, que vem chegando o 25 de abril que, como se sabe, é dia de celebração por estas plagas: La Outra cumple años! Isso mesmo, aniversário da Monix - para não deixar dúvidas... Como de costume, receberemos mensagens, comentários, homenagens, abraço e carinhos e beijinhos sem ter fim – sem esquecer dos presentes, que é bom e ela gosta. Este ano descobri até uma listeeenha internacional, que minha sócia é uma mulher pheeena, vocês sabem....


Helê

8:58 PM


Atire a primeira pedra

É sempre bom lembrar que o princípio de presunção de inocência ("todos são inocentes até prova em contrário") vale até o momento em que o juiz dá a sentença. Acho que em todos os lugares do mundo é assim, o que é muito bom, pois protege a todos nós. Se um dia formos acusados injustamente, o ônus da prova é do acusador e não de quem se defende. Desde os tempos da lei de talião, era olho por olho - e nada além disso.
Dito isso, quero propor uma reflexão. Mesmo que os acusados sejam efetivamente culpados - e não estou dizendo que não são, apenas que é preciso aguardar o julgamento - ninguém deveria ser submetido ao linchamento moral que está em curso. Lembremos sempre que a humanidade é composta de cada um dos indivíduos que a compõem. O pai e a madrasta são, assim, de forma indissolúvel, parte de cada um de nós, queiramos ou não.
Isso para não falar nos direitos dos dois outros menores envolvidos na tragédia - os filhos do casal, que perderam irmã, pai e mãe de uma tacada só.

A Justiça não pode ser movida pela raiva. O Estado de Direito existe para nos proteger de nossa própria fúria.

-Monix-

10:34 AM



Segunda-feira, Abril 14, 2008

Nóis sofre mas (depois) nóis se diverte

Há uns anos atrás meu irmão foi vítima do golpe conhecido como ‘Boa noite, Cinderela”. Saiu de casa sozinho, num sábado à noite e não voltou, nem deu sinal. Horas de desespero, procura nos hospitais, delegacias, IML, o horror. Quase 24 horas depois ele reapareceu, sem dinheiro e meio sujo, mas graças a Deus, sem danos maiores. Contou que acordou num terreno em São Cristóvão, e a última coisa que lembra era de estar tomando cerveja com duas mulheres na Feira dos Nordestinos.
O que nos levou imediatamente a corrigir a informação e contar que meu irmão sofreu um “Boa noite, Severina”.

Helê

9:56 PM


O Idelber criou um meme bastante instigante, por baixo de uma pergunta aparentemente simples:

Qual é o produto com o qual você não aceita gastar mais que o estritamente necessário?

Eu acho que a resposta a essa pergunta pode revelar muito sobre a pessoa.
No meu caso, é: DVD player. Depois de ter problemas de diversas ordens, com DVDs caros, baratos, ganhos em sorteio etc e tal, cheguei à conclusão de que trata-se de produto descartável. Minha aquisição mais recente custou o preço de 2 ou 3 jantares modestos em restaurantes idem. Já vem desbloqueado para todas as regiões e funciona direitnho - que seja bom enquanto dure, tal e qual o amor do Poeta.
E olhe lá.

-Monix-

4:16 PM



Domingo, Abril 13, 2008

Voltei, Pessoas

Domingo, último dia de férias, já começo a ouvir a trilha sonora de retorno ao tronco, digo, trampo: “Lerê, lerê, lelelelerêrê...”

***
Não foram uma Brastemp, mas quando eu começava a ficar frustrada repetia o mantra “eu não tô trabalhando. eu não tô trabalhando. eu não tô trabalhando. eu não tô trabalhando. eu não tô...”

***

Dica de cinema: Shine a light, The Rolling Stones pelas lentes de Scorcese. Sen-sa-cio-nal. E eu não sou fã dos caras, só conheço óbvio - nem fui ao show em Copa, para o horror das minhas amigas roqueiras. Mas saí de lá absolutamente seduzida por todos eles. E pensando, entre outras coisas, que:
1) nada como um show em que a música é o mais importante;
2) como é bom envelhecer num mundo em que the biggest band é composta por aqueles velhinhos poderosos!


Helê
PS: Em breve estaremos em novo endereço. Aguardem instruções

2:30 PM




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